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sexta-feira, 25 de junho de 2010

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O Kennedy todo, todo na casa da Nossa Conselheira ILDENIR
Lilian e Alfredo( Making Off) trabalho de artes

domingo, 13 de junho de 2010

A tipografia da bauhaus

A tipografia da bauhaus

Na Bauhaus praticou-se a tipografia funcionalista, orientada pela estética da nova tipografia.
Uma das letras predominantes nos impressos da Bauhaus foi a Akzidenz Grotesk
Os alfabetos-elementares
as edições bauhausbuecher (livros da bauhaus)


Staatliches Bauhaus Weimar 1919-1923 — Lazlo Moholy-Nagy.

Moholy-Nagy, que antes de integrar o corpo docente da Bauhaus, já se havia familiarizado com o construtivista El Lissitzy e seu trabalho, criou uma inconfundível imagem visual para a escola usando formatos de letras simples, cores fortes, composições intrigantes de fotografia e texto.

Letras avulsas, vogais e consoantes, eram isoladas e tratadas como elementos de composição. Uma abordagem tipográfica séria mas que continha um elemento quase teatral.

Moholy-Nagy que atribuía uma grande importância à fotografia no design gráfico, desenvolveu pesquisas paralelamente a Richter e Man Ray e dedicou-se ao estudo da luz e do movimento podendo ser considerado um dos precursores da pesquisa visual-cinética e da op-art que se difundiu na Europa e nos EUA nos anos 60.

Moholy-Nagy encorajava as tentativas de seus estudantes de “romper as convenções em relação ao conteúdo e à forma tradicional da tipografia e com isso, simbolicamente, o conteúdo e a forma da sociedade que aplicava mecanicamente as normas do passado”.

Ele considerava tipografia e layout uma arte e uma ciência ao mesmo tempo que se desenvolvia a partir de técnicas de impressão.

“A natureza e o objectivo da comunicação (folheto ou pôster) determinam a maneira e o uso do material tipográfico”

«Em contraste com o equilíbrio estático concêntrico de séculos, hoje busca-se produzir um equilíbrio dinâmico-excêntrico».

Ordem, simplificação e claridade eram os ideais gráficos.

As composições eram formadas por tipos dispostos verticalmente, diagonalmente e horizontalmente e por formas geométricas simples, como quadrados, círculos, triângulos que criavam ritmos e continuidades conduzindo o olhar de um bloco de texto ao outro.

Outra característica era o uso de barras pretas para dar ênfase e a manipulação do branco com o mesmo objectivo.

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21-Kennedy
31-Mayara
33-Nathália
10-Iara

Bauhaus, uma revolução no design.

Bauhaus, uma revolução no design

Para ajudar a eliminar o caos pelo qual passava a Alemanha no período pós-guerra, em 1919, Walter Groupius foi convidado a dirigir uma nova instituição chamada "Bauhaus", na atual capital alemã da época, Weimar.

A Bauhaus tinha como objetivo repensar uma nova arquitetura e um novo conceito de design que fosse acessível à todas as camadas sociais alemãs, rejeitando os princípios burgueses e utilizando o expressionismo como a sua linguagem.

A partír daí, a Bauhaus procurou inserir uma forma bem limpa e pura em todas as coisas que construia, utilizando-se de formas geométricas, com cores básicas, geralmente o preto e o branco, para contrastar com a burguesia da época que utilizava cores fortes. O seu estilo de design passou a ser aplicado em prédios, casas, móveis, objetos e tudo mais que fosse possível inserir formas.

O estilo passou a influenciar também diversos arquitetos do período, não apenas dentro da Alemanha ou aqueles que aprenderam na escola Bauhaus, como também em diversos outros países, e seu estilo "simples" e limpo de dar forma às coisas rapidamente se espalhou. Dentre os principais professores da escola na época, destacam-se além de Goupius, Kandinsky e Paul Klee,

A escola tentou também influenciar a tipografia da época, mostrando que as fontes poderiam ser de estilo bem simples, sem serifa, sem letras maiúsculas e sem formas muito complexas, com um design moderno e de fácil leitura. Isso se encaixava perfeitamente nos ideais do movimento, pois facilitaria a leitura e o acesso à informação a todas as classes sociais, não apenas à burguesia.

Com o crescimento do Partido Nacional Socialista, ou Nazista, como se tornou conhecido, um novo conceito de arte passou a ser incorporado pelos alemães, baseado nos ideais de beleza e arquitetura grega. Isso afetou diretamente a escola Bauhaus, onde muitos de seus professores e até mesmo criadores(inclusive Walter Groupius) migraram para outros países para continuarem seus trabalhos.

Atualmente a Bauhaus é considerada como parte importantíssima do movimento que gerou o design moderno, um marco na história das artes, revolucionando o design e a arquitetura, e vem sendo ensinado em diversas escolas no mundo inteiro.

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22-Kesley
28-Lucas
05-Diego

Bauhaus, a escola que revolucionou a arquitetura.

Às vezes é difícil estabelecer o começo, o instante em que o vento mudou de direção. Mas o design moderno tem certidão de nascimento, com data e local: Weimar, Alemanha, em 21 de março de 1919. Foi quando o arquiteto Walter Gropius assumiu a direção das duas escolas de arte da cidade alemã, unificando-as sob o nome de Bauhaus - em tradução livre, ''casa para construir''. Surgia o ''design para todos'', radicalmente oposto à ''arte de salão'', clássica.

A Bauhaus nasceu pretensiosa: financiada pelo Estado alemão, reunia intelectuais de esquerda, uma dinâmica de forças em constante choque ideológico. Para muitos, a escola teria uma estética totalitária. Em seu manifesto inaugural, Walter Gropius deixou clara a intenção de popularizar o design, tornando-o síntese das artes e ofícios. Não é à toa, portanto, que a Bauhaus continua a interessar: ela é estímulo para questionar a arquitetura e o design atuais, ambos à mercê dos caprichos da indústria.

Desenho racional, paleta de cores que prioriza o azul, o vermelho e o amarelo, o geométrico e o assimétrico substituindo o ornamento. ''Na época em que a escola foi fundada, a produção em massa desprezava qualquer preocupação com a funcionalidade'', lembra o arquiteto Aurelio Martinez Flores. ''A Bauhaus chegou com outro conceito: o mais importante é a habilidade técnica. Assim, as criações nada teriam além do absolutamente funcional, decretando o fim dos enfeites desnecessários.''

No mobiliário, isso se materializa nas linhas puras da cadeira Wassily, de 1925: o desenho está a serviço do conforto, o aspecto do móvel é de leveza - a Wassily em nada remete ao rebuscamento do fim do século 19, por exemplo.

No morar, a Bauhaus propunha a superação de estilos como o barroco. Uma das formas era brincar com os volumes da fachada, o que evoca os quadros de Mondrian. Em 1927, um grupo de 17 arquitetos - entre eles Mies van der Rohe, Walter Gropius e Le Corbusier - montou uma exposição de arquitetura em Stuttgart. Nela, quase 500 mil pessoas se surpreenderam com a série de habitações coletivas, de fachada sóbria e aberturas repetitivas, ousadia que enchia as construções de luz e ventilação. Por dentro, plantas flexíveis e abertas.

O ideário da Bauhaus era mutável, jamais uma cartilha seguida por todos. Mies van der Rohe era praticante de uma arquitetura grandiosa - e que se tornou significativa em sua carreira individual. ''Já Walter Gropius teve papel ligado sobretudo ao ensino e à divulgação da Bauhaus'', diz arquiteto Marcelo Suzuki, outro fã da escola alemã.

Não por acaso, insiste-se, Gropius e Mies van der Rohe sintetizam os momentos mais importantes da Bauhaus. O primeiro por ter criado os seus fundamentos e levado a escola para a cidade de Dessau em 1925 - foi então que ela realmente passou a atrair especialistas de toda a Europa, com alunos e professores chamando a atenção em feiras internacionais. Nessa época, o húngaro Marcel Breuer, que havia estudado em Weimar, tornou-se professor de desenho - em pouco tempo ganhou a reputação de melhor designer de mobiliário da Bauhaus. Van der Rohe, por sua vez, assumiu a direção quando ela esteve em Berlim (1932-33). O seu envolvimento com socialistas e artistas soviéticos motivou perseguições políticas a ponto de a escola ser fechada pelos nazistas em 1933.

Mas o que deveria ser o ponto final da história da Bauhaus representou, de fato, o momento de maior difusão de seus ideais. Gropius passou anos lecionando arquitetura em Harvard, divulgando sua ''arquitetura''. Mies van der Rohe ergueu os arranha-céus de Chicago e, a convite de Le Corbusier, veio ao Brasil - aqui, projetou a sede do consulado dos EUA, em São Paulo, no fim de 1950. Não houvesse a experiência em Chicago, Mies van der Rohe não teria transcendido à própria Bauhaus em nome de sua assinatura - a linguagem do vidro, do aço e do concreto que tanto marca a arquitetura contemporânea.

Ironicamente, pouco da Bauhaus foi produzido pela indústria da época - boa parte do mobiliário só se popularizou nos anos 50, quando empresas como a norte-americana Knoll editaram peças dos designers que são símbolo da escola até hoje'', destaca Annemarie Jaeggi, diretora do Bauhaus-Archiv, em Berlim.

A Bauhaus influenciou o jeito de fazer arquitetura ao redor do mundo. ''No Brasil, o maior divulgador desse ideário foi Le Corbusier, que influenciou profundamente a escola carioca, capitaneada por Oscar Niemeyer'', destaca o arquiteto Fernando Vásquez, que tem doutorado em Mies van der Rohe.

Nos EUA, Walter Gropius construiu a Hagerty House, em 1938, que apresenta as linhas mestras de seu pensamento e até hoje atrai visitantes

No mobiliário, a Bauhaus se materializa nas linhas puras da cadeira Wassily, criada por Marcel Breuer em 1925: leveza do desenho a serviço do conforto

Fontes:

Postado por:
42-Tiago Schmitt
29-Luzia
15-Jéssica D.
18-Jully